Proposta de informar sobre judô e outros tipos de informações a alunos e profissionais de educação física, e todos que gostam de esporte, como manutenção da saúde física e atletas em geral.
sábado, 14 de junho de 2014
sábado, 12 de novembro de 2011
EXAME DE GRADUAÇÃO DE FAIXA
No dia 12 de novembro de 2011, às 8h 30 min, foi realizado na Academia Sport. Com o primeiro exame de graduação de faixa de 2011. Inicialmente o exame foi dado o REI - inicial, posteriormente a prova teórica, com 10 perguntas sobre a apostila de faixa branca para cinza. O Objetivo maior é colocar conhecimentos técnicos e teóricos aos alunos. Em cada faixa temos conteúdos diferenciados, atuando desta maneira, não só o professor, mas principalmente os alunos não repetem conteúdos, pois fazendo da modalidade JUDÔ, uma disciplina como outras na escola. Assim ao chegar a faixa marrom, nossos alunos tem todo o conhecimento para realizarem seus exames a faixa preta, com muita segurança, pois todos os termos técnicos como também os fundamentos do judô, fazem parte integrante das apostilas de faixas.
Inicialmente os alunos - Thalisson, Jadson, Bruna, Miguel e Alexandre conseguiram com muita dedicação chegar a faixa cinza. Parabéns ao Thalisson, por ter conseguido o 1º lugar em nota de seu exame para faixa cinza.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
LISTAS DAS ACADEMIAS DE JUDÔ DE PORTO VELHO
Academia Rio Guajará
Instrutor: José Maria Lizardo
Rua Francisco Manoel da Silva, 6442 – Conjunto Rio Guajará Bairro Apuniã
Fones:
E-mail:
Site:
Academia Kodokan de judô
Prof: Marcelo Silva Santos
Instrutor: Cleison
Colégio Tiradentes da PM
Av. dos Imigrantes, 4884 Setor industrial
Fone:
E-Mail:
Site:
Colégio Dom Bosco
Prof: Hermes Gomes Ripardo
Rua Almirante Barroso, 986 – Centro Porto Velho
SESI – Serviço Social da Industria
Rua Rio de Janeiro, 1480 Bairro Lagoa
Instrutor:
Academia Sport.Com
Rua Vitor Ferreira Manahiba, 1422 – Agenor de Carvalho
Fone: 3222-9837
E-mail: academiasport.com@hotmail.com
Site: academiasport.com.blogspot.com
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Jiu-Jitsu, Boxe, MMA, Musculação.
A Academia Sport.Com - em suas instalações estar com:
Jiu-Jitsu - Prof Leandro (direto de Manaus-Am);
MMA / Boxe - Bração;
Musculação - Prof Paulo Mendes.
Horário de Funcionamento de 2ª a 6ª feira das 7h à 22 Sábado - 8 às 14 hs.
Jiu-Jitsu - Prof Leandro (direto de Manaus-Am);
MMA / Boxe - Bração;
Musculação - Prof Paulo Mendes.
Horário de Funcionamento de 2ª a 6ª feira das 7h à 22 Sábado - 8 às 14 hs.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
O que é ser técnico de judô
O PAPEL DO TÉCNICO NO PROCESSO ORGANIZACIONAL DE TREINAMENTO
O planejamento do treino, para que o trabalho do treinador possa ser estruturado e efetivado deverá ser feito previamente no início de cada temporada. Podemos dizer que o treinador deve seguir:
A-Definição de objetivos
B-Elaboração do planejamento de treino
C-Execução prática
D-Controle das fases do treinamento
Mediante o exposto, podemos afirmar que o treino improvisado e não fundamentado, tende a desaparecer, sendo que, para sua fundamentação e inovação busque-se apoio interdisciplinar em outras áreas das ciências humanas. Tanto as ciências biológicas (Fisiologia, Anatomia, etc.) como as do comportamento (psicologia, sociologia, etc.) fornecem ao treinador uma base gigantesca de conhecimento, e consequentemente, planificação do tema. Não podemos nos esquecer das ciências de aplicação, que podem dar subsídios e apoio ao planejamento do resultado, como a estatística, a utilização de meios de informática, engenharia de sistemas, entre outras.
Naturalmente que o maior ou menor grau de conhecimento do treinador, destas ciências, assim como da técnica especifica da modalidade, permitirá planejar e atuar com maior ou menor controle no rendimento e resultado. Sob esta ótica, tudo o que significar atualização de conhecimentos e formação permanente, tem repercussões, não só no planejamento do treino, mas também no trabalho efetivo. E, em função dos resultados que se pretende atingir, podemos planificar a temporada no seguinte enquadramento:
1-calendário de competições
2-definição de objetivos
3-planejamento do treino: diário, semanal, mensal, semestral, anual e pluri-anual.
Desta forma, o treinador pode observar desvios de objetivos traçados e caso necessário criar estratégias, com força tarefa, onde o objetivo final seja alcançado.
A análise da situação ou do cenário a ser vivido, é que podemos iniciar a atuação em todos os fatores que condicionem o seu trabalho. De forma simplificada, creio que estes possam ser agrupados na seguinte forma:
a- COM RELAÇÃO AOS ALUNOS
Numero de judocas envolvidos, idades, tempo de prática, categorias, alimentação, dedicação ao treino, nível físico e técnico, grau de motivação.
Os judocas são em primeira instância o motivo do treino e da competição. Que, pela sua importância condicionará todo o trabalho do treinador.
Que tipo de alunos tenho eu?
Esta é a pergunta que todo e qualquer treinador deve fazer a si mesmo, quando se inicia uma temporada de competições.
Esta questão que aparentemente estaria resolvida no inicio da temporada com a observação da maturidade e potencialidade demonstradas pelos judocas, deverão ser mantidas durante todo o período ou temporada, não podendo, portanto abrir mão dos objetivos traçados e da disciplina quanto a controle de peso, freqüência em treinos etc.etc., para que não haja distorções relevantes naquilo o que fora planejado.
De certa forma, podemos dizer que os judocas competidores, deverão estar alinhados com o planejamento, conhecendo os objetivos traçados, de forma que ele se sinta parte do contexto e não somente um instrumento garantidor da possibilidade de uma conquista. Um mapeamento constante, diário se possível, deve ser feito acerca de um comparativo entre os objetivos traçados, e o resultado do treino, colhendo-se inclusive a opinião do judoca envolvido quanto à forma de treinamento.
Estatisticamente em treinos livres, e em observação a resultados de adversários nas, mas diversas competições da temporada, podemos ter também como apontamentos o que nos interessa no caso vertente observação técnica:
Kumikata – (ambos os lados)
Ações ofensivas e defensivas
Local das competições
Quem tem a iniciativa do combate
Percentual de técnicas mais utilizadas: de projeção, imobilização, luxação, estrangulamentos.
B-COM RELAÇÃO ÀS INSTALAÇÕES E MATERIAL DE APOIO
As condições materiais existentes são outras tantas condicionantes de objetivos e de atuação a ação a ser desenvolvida pelo treinador. É evidente que se o treinador tem a sua disposição apenas uma pequena área, deverá limitar-se a quantidade de judocas afim de não perder em qualidade de resultado. E ainda, aparelhos auxiliares de musculação e condicionamento físico, podem significar facilitadores e aceleradores do processo de alta performance.
C- COM RELAÇÃO AOS COLABORADORES E ASSISTENTES
O treinador poderá ter colegas de outros setores trabalhando com ele, com objetivo do foco a ser atingido: Fisioterapeutas, Profissionais de educação física, nutricionistas, psicólogos, etc., onde se estuda a hipótese de formação de grupos de trabalho, divisão de tarefas e coordenação da formação dos judocas. Todavia, estes colaboradores poderão ou não participar do trabalho, em função principalmente de patrocínio ou estrutura financeira do clube ou academia onde determinado treinador ministra suas aulas de judô. Normalmente grandes centros urbanos, detêm grandes clubes, o que faz dispontar mais rapidamente judocas de alto rendimento.
D-COM RELAÇÃO A OUTROS CLUBES
O nível de outros clubes e de seus judocas devem ser observados. A possibilidade de intercâmbios. Esta análise, não deverá ser estática, mas sim, muito dinâmica. Como resultado, o treinador não deve se limitar a caracterizar a sua situação de trabalho, e sim, com a obrigação de modificar desvios de percurso, para que se atinja o objetivo traçado.
O treinador não pode aceitar de forma passiva e resignada os resultados baixos porventura por sua equipe atingidos, embora esta seja certamente a forma mais cômoda de estar e até justificar insucessos.
O treinador tem que ser um líder, um ativista, dinamizando seus atletas e toda a estrutura, no sentido do desenvolvimento do judô.
Concluindo, tudo o que foi exposto, não pode em hipótese alguma, levar ao desrespeito de condições próprias do judoca. Estimular, impulsionar, motivar sim, sempre... obrigar, jamais!
O verdadeiro líder é aquele que está à frente de seu grupo, abrindo caminho para que todos passem, e cobrando resultados dos que se propuseram a andar, e não andam, devera analisar o ocorrido, e o que pode ser feito para alinhar novamente com este judoca destoado dos objetivos do grupo.
As conquistas pertencem ao grupo, e não unicamente ao treinador. Um treinador não é absolutamente nada, sem seus alunos. Portanto, ser líder, e, sobretudo amigo do grupo é fundamental para obtenção de resultados.
Artigo
Filiado a LIJUERJ
JUDÔ ESCOLA NIPPON
Prof. Luiz Carlos F. Souza
5º Dan de Judô Kodokan
Petrópolis - RJ - Brasil
O planejamento do treino, para que o trabalho do treinador possa ser estruturado e efetivado deverá ser feito previamente no início de cada temporada. Podemos dizer que o treinador deve seguir:
A-Definição de objetivos
B-Elaboração do planejamento de treino
C-Execução prática
D-Controle das fases do treinamento
Mediante o exposto, podemos afirmar que o treino improvisado e não fundamentado, tende a desaparecer, sendo que, para sua fundamentação e inovação busque-se apoio interdisciplinar em outras áreas das ciências humanas. Tanto as ciências biológicas (Fisiologia, Anatomia, etc.) como as do comportamento (psicologia, sociologia, etc.) fornecem ao treinador uma base gigantesca de conhecimento, e consequentemente, planificação do tema. Não podemos nos esquecer das ciências de aplicação, que podem dar subsídios e apoio ao planejamento do resultado, como a estatística, a utilização de meios de informática, engenharia de sistemas, entre outras.
Naturalmente que o maior ou menor grau de conhecimento do treinador, destas ciências, assim como da técnica especifica da modalidade, permitirá planejar e atuar com maior ou menor controle no rendimento e resultado. Sob esta ótica, tudo o que significar atualização de conhecimentos e formação permanente, tem repercussões, não só no planejamento do treino, mas também no trabalho efetivo. E, em função dos resultados que se pretende atingir, podemos planificar a temporada no seguinte enquadramento:
1-calendário de competições
2-definição de objetivos
3-planejamento do treino: diário, semanal, mensal, semestral, anual e pluri-anual.
Desta forma, o treinador pode observar desvios de objetivos traçados e caso necessário criar estratégias, com força tarefa, onde o objetivo final seja alcançado.
A análise da situação ou do cenário a ser vivido, é que podemos iniciar a atuação em todos os fatores que condicionem o seu trabalho. De forma simplificada, creio que estes possam ser agrupados na seguinte forma:
a- COM RELAÇÃO AOS ALUNOS
Numero de judocas envolvidos, idades, tempo de prática, categorias, alimentação, dedicação ao treino, nível físico e técnico, grau de motivação.
Os judocas são em primeira instância o motivo do treino e da competição. Que, pela sua importância condicionará todo o trabalho do treinador.
Que tipo de alunos tenho eu?
Esta é a pergunta que todo e qualquer treinador deve fazer a si mesmo, quando se inicia uma temporada de competições.
Esta questão que aparentemente estaria resolvida no inicio da temporada com a observação da maturidade e potencialidade demonstradas pelos judocas, deverão ser mantidas durante todo o período ou temporada, não podendo, portanto abrir mão dos objetivos traçados e da disciplina quanto a controle de peso, freqüência em treinos etc.etc., para que não haja distorções relevantes naquilo o que fora planejado.
De certa forma, podemos dizer que os judocas competidores, deverão estar alinhados com o planejamento, conhecendo os objetivos traçados, de forma que ele se sinta parte do contexto e não somente um instrumento garantidor da possibilidade de uma conquista. Um mapeamento constante, diário se possível, deve ser feito acerca de um comparativo entre os objetivos traçados, e o resultado do treino, colhendo-se inclusive a opinião do judoca envolvido quanto à forma de treinamento.
Estatisticamente em treinos livres, e em observação a resultados de adversários nas, mas diversas competições da temporada, podemos ter também como apontamentos o que nos interessa no caso vertente observação técnica:
Kumikata – (ambos os lados)
Ações ofensivas e defensivas
Local das competições
Quem tem a iniciativa do combate
Percentual de técnicas mais utilizadas: de projeção, imobilização, luxação, estrangulamentos.
B-COM RELAÇÃO ÀS INSTALAÇÕES E MATERIAL DE APOIO
As condições materiais existentes são outras tantas condicionantes de objetivos e de atuação a ação a ser desenvolvida pelo treinador. É evidente que se o treinador tem a sua disposição apenas uma pequena área, deverá limitar-se a quantidade de judocas afim de não perder em qualidade de resultado. E ainda, aparelhos auxiliares de musculação e condicionamento físico, podem significar facilitadores e aceleradores do processo de alta performance.
C- COM RELAÇÃO AOS COLABORADORES E ASSISTENTES
O treinador poderá ter colegas de outros setores trabalhando com ele, com objetivo do foco a ser atingido: Fisioterapeutas, Profissionais de educação física, nutricionistas, psicólogos, etc., onde se estuda a hipótese de formação de grupos de trabalho, divisão de tarefas e coordenação da formação dos judocas. Todavia, estes colaboradores poderão ou não participar do trabalho, em função principalmente de patrocínio ou estrutura financeira do clube ou academia onde determinado treinador ministra suas aulas de judô. Normalmente grandes centros urbanos, detêm grandes clubes, o que faz dispontar mais rapidamente judocas de alto rendimento.
D-COM RELAÇÃO A OUTROS CLUBES
O nível de outros clubes e de seus judocas devem ser observados. A possibilidade de intercâmbios. Esta análise, não deverá ser estática, mas sim, muito dinâmica. Como resultado, o treinador não deve se limitar a caracterizar a sua situação de trabalho, e sim, com a obrigação de modificar desvios de percurso, para que se atinja o objetivo traçado.
O treinador não pode aceitar de forma passiva e resignada os resultados baixos porventura por sua equipe atingidos, embora esta seja certamente a forma mais cômoda de estar e até justificar insucessos.
O treinador tem que ser um líder, um ativista, dinamizando seus atletas e toda a estrutura, no sentido do desenvolvimento do judô.
Concluindo, tudo o que foi exposto, não pode em hipótese alguma, levar ao desrespeito de condições próprias do judoca. Estimular, impulsionar, motivar sim, sempre... obrigar, jamais!
O verdadeiro líder é aquele que está à frente de seu grupo, abrindo caminho para que todos passem, e cobrando resultados dos que se propuseram a andar, e não andam, devera analisar o ocorrido, e o que pode ser feito para alinhar novamente com este judoca destoado dos objetivos do grupo.
As conquistas pertencem ao grupo, e não unicamente ao treinador. Um treinador não é absolutamente nada, sem seus alunos. Portanto, ser líder, e, sobretudo amigo do grupo é fundamental para obtenção de resultados.
Artigo
Filiado a LIJUERJ
JUDÔ ESCOLA NIPPON
Prof. Luiz Carlos F. Souza
5º Dan de Judô Kodokan
Petrópolis - RJ - Brasil
domingo, 19 de dezembro de 2010
Quantas calorias tem a sua pizza?
É possível incluir essa delícia no cardápio da semana sem prejudicar a dieta.
Se você acha que a massa é a parte mais calórica da pizza, e por isso sempre que vai ao rodízio despreza as bordas do seu pedaço, está cometendo um erro: o valor das calorias presentes em uma fatia pode até dobrar dependendo do recheio escolhido.“Não recomendamos misturar mais de dois ingredientes, fica muito calórico”, afirma a nutricionista Victoria Solbiati, da clínica Well Be Nutrição Funcional, em São Paulo.
Só na capital paulista, mundialmente conhecida por ser uma cidade repleta de apreciadores da redonda, são consumidos 43 milhões de pizzas por mês, segundo dados do último levantamento da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (Abresi). A variedade também impressiona: são mais de 230 tipos.
Massa
Encarada como a grande vilã, a massa da pizza é feita com farinha de trigo refinada, água, fermento e sal, resultando em uma mistura rica em carboidratos, essenciais para o bom funcionamento do corpo.
“É uma boa fonte de energia, importante para o nosso organismo nas diversas atividades metabólicas”, esclarece Solange Saavedra, gerente técnica do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo.
A massa, em uma fatia de tamanho médio, tem em torno de 130 calorias. O valor, no entanto, pode variar dependendo da espessura escolhida: quanto mais fina, menos calórica. Para deixar a massa mais leve, aposte nas opções com ingredientes diferenciados.
“Já existem muitas pizzarias trocando a farinha normal pela integral, que contém mais fibras, ajudando na digestão e no funcionamento do intestino”, recomenda a nutricionista Victoria Solbiati.
Molho
O molho de tomate em si é bem pouco calórico. Além disso, a quantidade presente em cada fatia não representa um valor considerável.
Recheio
Massa e molho somam 130 calorias. Acrescente mussarela e a mistura sobe para 280. “O problema maior está na cobertura escolhida, que pode ser rica em gordura, como os diversos queijos, a calabresa e o presunto. A grande maioria das pizzas leva mussarela ou parmesão na receita”, diz Solange.
Sabores populares como quatro queijos, calabresa, frango com catupiry e portuguesa são altamente calóricos. Uma fatia de pizza quatro queijos pode variar de 350 a 420 calorias. A de calabresa tem cerca de 370 (sem queijo), e a portuguesa em torno de 450 calorias.
O segredo das academias que vão crescer em 2011
2011 está aí e uma das perguntas que surge é: o que vamos fazer, como é que vai o mercado fitness? Existem várias tendências, as tendências para essas mega-academias, para as academias de nicho, as academias que só oferecem máquinas, que são as smarts, com preços baixos, máquinas boas e custos relativamente baixos para o empreendedor.
Existem as tendências de pilates e estudos personalizados e existem também algumas outras tendências, que são as academias de nichos. Atender somente mulheres, somente pessoas que têm pouco tempo, somente pessoas que podem fazer exercícios à noite, somente pessoas que têm alguma limitação física, enfim, inúmeros nichos. Quais delas vão crescer? Todas. Todas vão crescer.
E a pergunta é: como escolher o melhor nicho para o empresário? Essa pergunta está ligada a quanto ele pode investir, quanto conhecimento é necessário para aquele nicho, se ele vai operar diretamente ou se ele vai ser um gestor e se eventualmente ele terá sócios para dividir as tarefas - alguém cuida da operação, alguém cuida da administração e alguém, do marketing.
Todos eles vão ter um desafio em comum: apresentar isso para o público, para a sociedade. Um negócio muito promissor pode se tornar um desastre quando se esquece de contar para os clientes quais são os benefícios.
Pensando em qual é a melhor forma de se comunicar, uma coisa aparece como uma constante nas academias. É o boca a boca, como profissionalizar o boca a boca. Hoje, nós temos as redes sociais, mas elas têm uma estrutura geográfica que não pode ser medida. Ou seja, podemos estar falando com o cliente que está do outro lado da cidade e que provavelmente não vai ser o cliente que vai frequentar nosso local. E pode não ser o cliente que nos interessa.
Então, o primeiro ponto, antes de desenvolvermos um negócio, antes de investirmos em um negócio, é descobrir qual é o público que vamos atender, o local onde ele frequenta, onde ele já consome e quais são os hábitos de consumo e de renda desse cliente específico, e, depois que tivermos esse mapeamento, verificarmos se o volume de clientes é suficiente para atendermos no negócio, antes mesmo de escolher o local.
Basta que decidamos que em determinado bairro é interessante ter aquele negócio, por exemplo, um estúdio de personal (trainner). Pode ser que tenhamos um estúdio de personal com pilates, quando fazemos a estrutura diferenciada focada no cliente. Enfim, a mensagem é: primeiro devemos descobrir o que nosso cliente quer, para depois fazermos alguma coisa.
Boas festas e até a próxima!
A Ciência dos lutadores de Superelite
Há muito tempo que é notória dentre especialistas do Treinamento Desportivo a distinção entre os atletas de elite e outros lutadores de nível iniciante ou intermediário. A principal característica para um atleta ser considerado de elite é a classificação frequentemente “no pódio” entre os três primeiros lugares em competições regionais, nacionais e internacionais.
Atualmente foi incorporada mais uma divisão. Nela, são distinguidos os atletas de elite de um grupo “novo”: os considerados de superelite. São considerados lutadores de superelite os atletas classificados somente em primeiro lugar em competições relevantes e oficiais.
Já se sabe por meio de estudos que os lutadores de superelite possuem características técnico-táticas superiores que os difere dos atletas classificados em segundo e terceiro lugares. Verificou-se que todos os atletas tinham aptidão física elevada, de modo que ter excelente preparo físico está no bojo do alto rendimento. No entanto, somente isso não garantia a presença no lugar mais alto do pódio. Assim, pode ser que existe algo a mais para somar à capacidade técnico-tática: condição psicológica ideal para o alto rendimento.
Partindo da premissa de que o atleta já está no grupo de elite, como conseguir melhorar ainda mais a performance para que ele consiga chegar no topo do esporte e faça parte do seleto grupo dos superelite? As quatro sugestões que seguem não encerram a discussão sobre o tema; contudo, podem auxiliar atletas, técnicos e outros profissionais responsáveis pelo preparo dos atletas. Vejamos:
Prática deliberada: Treinar os golpes e praticá-los facilita muito quando determinadas condições são cumpridas. Atletas de elite treinam mais do que os iniciantes e intermediários, mas conseguir os melhores resultados exige qualidade, não apenas maior quantidade de horas de prática. Para a prática produzir mais resultados, o lutador deve primeiro ser motivado a participar da tarefa e também estar trabalhando ativamente para melhorar o desempenho.
Também é fundamental que receba respostas imediatas e específicas (feedback) sobre seu esforço, baseando-se na premissa de que repete determinada tarefa planejada mais de uma vez para poder verificar a evolução. A prática deliberada exige que você mantenha o foco, monitore e, se necessário, modifique seus comportamentos para melhorar sua habilidade.
Treinamento para o alto rendimento: De modo geral, técnicos (Sensei, Professor ou Mestre) mais graduados tendem a ter níveis mais elevados de conhecimentos específicos da modalidade e planejam sessões práticas com mais cuidado. Costumam ter conhecimento aprofundado das táticas, técnicas e aspectos gerais podendo ajustar o tipo de ensino às necessidades do lutador (e de seu nível de habilidade). Com os atletas de elite, tendem a direcionar a maior parte do tempo discutindo detalhes táticos em vez de rever fundamentos básicos.
Alguns cientistas, após estudar diversos treinadores de atletas de elite e superelite, concluíram que o planejamento meticuloso da prática é uma característica relacionada à expertise e especialização do treinador. Foi constatado que os treinadores de atletas de superelite investiam mais tempo no planejamento e eram mais precisos em suas metas e objetivos para a sessão de treinos livres (Sparrings – MMA; “rola” – Jiu-Jítsu e Submission) do que os treinadores dos atletas classificados em segundo e terceiro lugares.
Acompanhamento multidisciplinar: A formação de um atleta de elite ou superelite exige avaliações sistemáticas e contínuas de todos os requisitos necessários para o alto rendimento. Dentre eles, destacam-se os componentes técnico, tático, físico, psicológico, médico e alimentar. O MMA abriga dia após dia novos praticantes, mas muitos atletas e academias não estão preparados (estrutura) para a excelência na formação de um atleta de elite. No Brasil, celeiro dos maiores atletas, as dificuldades são compensadas pelas habilidades técnico-táticas e pela mitológica capacidade de persistir e resistir dos brasileiros. Muitos com pouca infraestrutura conseguiram a duras penas entrar para o grupo de elite ou superelite. Contudo, tudo poderia ser bem mais fácil se contassem com acompanhamento multidisciplinar.
Muitos atletas norte-americanos, australianos, canadenses, japoneses e europeus contam com apoio de psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, médico, etc. Com toda certeza esse fato facilitou a ascensão meteórica de muitos estrangeiros no MMA. Diversos atletas de elite dos eventos norte-americanos UFC e Strikeforce, realizam ou já realizaram treinamentos assessorados por cientistas de centros de excelência como o Olympic Training Center e o Instituto Australiano de Esportes. Além desses, temos conhecimento de que instituições militares norte-americanas apóiam incondicionalmente atletas-militares que participam de eventos de MMA. Em todas essas instituições e centros, o atleta é avaliado em cada área. É monitorado e seu planejamento competitivo é modificado dentro de um plano de longo alcance para estar em nível ideal nas datas específicas das competições.
Ambiente de treinamento: Se o lutador viver sob vigilância constante sobre todos os aspectos de sua preparação e vida pessoal – com pressão implacável para ser bem sucedido – pode ser alocado em um ambiente muito estressante rapidamente. Atletas, treinadores e outros profissionais responsáveis pelo preparo dos lutadores devem ficar atentos sobre o “clima” do ambiente de treinamento.
Estudos indicam que os atletas acreditam que o treinador é a principal força na criação do clima motivacional. Verificou-se que os atletas de superelite tendem a preferir e responder melhor a um clima motivacional que enfatiza o domínio (aprendizagem, aquisição de competência física e/ou técnico-tática) do que o desempenho (resultados, ganho de competições). Os atletas nesse nível de excelência devem ser cercados por outros indivíduos que compartilham de seu compromisso com a aprendizagem de alto nível. Eles querem ser desafiados, mas também querem apoio, amizade. Afinal, é difícil se concentrar inteiramente nos treinamentos quando se está inseguro sobre a estabilidade de seu relacionamento amoroso, familiar ou situação financeira.
Atualmente foi incorporada mais uma divisão. Nela, são distinguidos os atletas de elite de um grupo “novo”: os considerados de superelite. São considerados lutadores de superelite os atletas classificados somente em primeiro lugar em competições relevantes e oficiais.
Já se sabe por meio de estudos que os lutadores de superelite possuem características técnico-táticas superiores que os difere dos atletas classificados em segundo e terceiro lugares. Verificou-se que todos os atletas tinham aptidão física elevada, de modo que ter excelente preparo físico está no bojo do alto rendimento. No entanto, somente isso não garantia a presença no lugar mais alto do pódio. Assim, pode ser que existe algo a mais para somar à capacidade técnico-tática: condição psicológica ideal para o alto rendimento.
Partindo da premissa de que o atleta já está no grupo de elite, como conseguir melhorar ainda mais a performance para que ele consiga chegar no topo do esporte e faça parte do seleto grupo dos superelite? As quatro sugestões que seguem não encerram a discussão sobre o tema; contudo, podem auxiliar atletas, técnicos e outros profissionais responsáveis pelo preparo dos atletas. Vejamos:
Prática deliberada: Treinar os golpes e praticá-los facilita muito quando determinadas condições são cumpridas. Atletas de elite treinam mais do que os iniciantes e intermediários, mas conseguir os melhores resultados exige qualidade, não apenas maior quantidade de horas de prática. Para a prática produzir mais resultados, o lutador deve primeiro ser motivado a participar da tarefa e também estar trabalhando ativamente para melhorar o desempenho.
Também é fundamental que receba respostas imediatas e específicas (feedback) sobre seu esforço, baseando-se na premissa de que repete determinada tarefa planejada mais de uma vez para poder verificar a evolução. A prática deliberada exige que você mantenha o foco, monitore e, se necessário, modifique seus comportamentos para melhorar sua habilidade.
Treinamento para o alto rendimento: De modo geral, técnicos (Sensei, Professor ou Mestre) mais graduados tendem a ter níveis mais elevados de conhecimentos específicos da modalidade e planejam sessões práticas com mais cuidado. Costumam ter conhecimento aprofundado das táticas, técnicas e aspectos gerais podendo ajustar o tipo de ensino às necessidades do lutador (e de seu nível de habilidade). Com os atletas de elite, tendem a direcionar a maior parte do tempo discutindo detalhes táticos em vez de rever fundamentos básicos.
Alguns cientistas, após estudar diversos treinadores de atletas de elite e superelite, concluíram que o planejamento meticuloso da prática é uma característica relacionada à expertise e especialização do treinador. Foi constatado que os treinadores de atletas de superelite investiam mais tempo no planejamento e eram mais precisos em suas metas e objetivos para a sessão de treinos livres (Sparrings – MMA; “rola” – Jiu-Jítsu e Submission) do que os treinadores dos atletas classificados em segundo e terceiro lugares.
Acompanhamento multidisciplinar: A formação de um atleta de elite ou superelite exige avaliações sistemáticas e contínuas de todos os requisitos necessários para o alto rendimento. Dentre eles, destacam-se os componentes técnico, tático, físico, psicológico, médico e alimentar. O MMA abriga dia após dia novos praticantes, mas muitos atletas e academias não estão preparados (estrutura) para a excelência na formação de um atleta de elite. No Brasil, celeiro dos maiores atletas, as dificuldades são compensadas pelas habilidades técnico-táticas e pela mitológica capacidade de persistir e resistir dos brasileiros. Muitos com pouca infraestrutura conseguiram a duras penas entrar para o grupo de elite ou superelite. Contudo, tudo poderia ser bem mais fácil se contassem com acompanhamento multidisciplinar.
Muitos atletas norte-americanos, australianos, canadenses, japoneses e europeus contam com apoio de psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, médico, etc. Com toda certeza esse fato facilitou a ascensão meteórica de muitos estrangeiros no MMA. Diversos atletas de elite dos eventos norte-americanos UFC e Strikeforce, realizam ou já realizaram treinamentos assessorados por cientistas de centros de excelência como o Olympic Training Center e o Instituto Australiano de Esportes. Além desses, temos conhecimento de que instituições militares norte-americanas apóiam incondicionalmente atletas-militares que participam de eventos de MMA. Em todas essas instituições e centros, o atleta é avaliado em cada área. É monitorado e seu planejamento competitivo é modificado dentro de um plano de longo alcance para estar em nível ideal nas datas específicas das competições.
Ambiente de treinamento: Se o lutador viver sob vigilância constante sobre todos os aspectos de sua preparação e vida pessoal – com pressão implacável para ser bem sucedido – pode ser alocado em um ambiente muito estressante rapidamente. Atletas, treinadores e outros profissionais responsáveis pelo preparo dos lutadores devem ficar atentos sobre o “clima” do ambiente de treinamento.
Estudos indicam que os atletas acreditam que o treinador é a principal força na criação do clima motivacional. Verificou-se que os atletas de superelite tendem a preferir e responder melhor a um clima motivacional que enfatiza o domínio (aprendizagem, aquisição de competência física e/ou técnico-tática) do que o desempenho (resultados, ganho de competições). Os atletas nesse nível de excelência devem ser cercados por outros indivíduos que compartilham de seu compromisso com a aprendizagem de alto nível. Eles querem ser desafiados, mas também querem apoio, amizade. Afinal, é difícil se concentrar inteiramente nos treinamentos quando se está inseguro sobre a estabilidade de seu relacionamento amoroso, familiar ou situação financeira.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Brasil vence Sul-Americano Sub 13 e Sub 15 com 28 medalhas - 06/11/2010
Com mais 13 medalhas da categoria Sub 13, O Brasil mostrou mais uma vez sua força e venceu o Campeonato Sul-Americano Sub 13 e Sub 15, encerrado neste sábado no Uruguai. No somatório das duas categorias, o Brasil conquistou 21 ouros, seis pratas e um bronze. A segunda colocada no quadro geral de medalhas, a Argentina, teve cinco ouros, 15 pratas e oito bronzes.
Com o resultado, o país confirmou mais uma vez a hegemonia continental, feito que é repetido desde 2002, quando a Confederação Brasileira de Judô direcionou seu foco para as categorias de base.
Para o coordenador técnico das categorias de base da CBJ, Luiz Romariz, o resultado comprova a boa fase da nova geração do judô brasileiro.
"Este resultado, como de todas as outras competições de base que participamos neste ano, é fruto de um trabalho sério feito pela CBJ, federações, clubes e academias", diz Romariz.
Confira os medalhistas:
SUB 13
28kg Viviane Silvério - OURO
31kg Natasha Ferreira - OURO
34kg Fernanda Paz - OURO
42kg Giovana Specht - OURO
47kg Ellen Luisa Vorpagel - OURO
+52kg Camila Vitória Ponce - OURO
28kg Márcio Roberto de Oliveira - OURO
31kg Felipe Matheus de Melo - OURO
34kg João Piza - PRATA
42kg Renato Rodrigues - OURO
47kg Lucas Pinheiro - OURO
52kg Ayhan Zanella - PRATA
+52kg Vinicius Yuji Guimarães - OURO
SUB 15
36kg Vanessa de Oliveira - OURO
40kg Ana Caroline Martins - OURO
44kg Larissa Rianne Farias - OURO
48kg Nayara Andrea Barbosa - BRONZE
53kg Fernanda Luciana Freitas - OURO
58kg Juliana Harumi Kakumoto - PRATA
64kg Leticia Goes - OURO
+64kg Lorraine Cristina da Silva - OURO
36kg Savio dos Santos - PRATA
40kg Victor Kaminari - OURO
44kg Patrick Carlson da Silva - OURO
48kg George Hamilton de Souza Filho - OURO
53kg Fernando Ramos - OURO
58kg Paulo Henrique Morais - PRATA
+64kg Evandro Yukio Ynumaru - PRATA
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
COB e Rio 2016 parabenizam a presidenta eleita Dilma Rousseff
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Comitê Organizador Rio 2016 parabenizam a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff (PT), pela vitória obtida nas urnas. O COB e o Rio 2016 estão certos de que o futuro Governo cumprirá as garantias dadas ao Comitê Olímpico Internacional (COI) quanto à organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, bem como o apoio à preparação dos atletas brasileiros para este evento, conforme declarou a presidenta eleita na visita realizada à sede do COB durante a campanha eleitoral.
Esta certeza se reforça no fato de Dilma Rousseff ter participado ativamente, como Ministra Chefe da Casa Civil do atual Governo, da campanha da Cidade do Rio de Janeiro na candidatura aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, não tendo medido esforços para viabilizar o projeto de candidatura do Rio e oferecer todas as condições para que o Brasil saísse vitorioso naquela acirrada disputa. A Ministra, inclusive, participou das apresentações à Comissão de Avaliação do COI durante a visita ao Rio de Janeiro, em abril de 2009.
O COB e o Comitê Organizador Rio 2016 desde já se colocam à disposição do novo Governo para auxiliar nos projetos que visem ao desenvolvimento do esporte brasileiro e de todo o país e desejam sucesso à presidenta.
Carlos Arthur Nuzman
Presidente do COB
Presidente do Rio 2016
Esta certeza se reforça no fato de Dilma Rousseff ter participado ativamente, como Ministra Chefe da Casa Civil do atual Governo, da campanha da Cidade do Rio de Janeiro na candidatura aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, não tendo medido esforços para viabilizar o projeto de candidatura do Rio e oferecer todas as condições para que o Brasil saísse vitorioso naquela acirrada disputa. A Ministra, inclusive, participou das apresentações à Comissão de Avaliação do COI durante a visita ao Rio de Janeiro, em abril de 2009.
O COB e o Comitê Organizador Rio 2016 desde já se colocam à disposição do novo Governo para auxiliar nos projetos que visem ao desenvolvimento do esporte brasileiro e de todo o país e desejam sucesso à presidenta.
Carlos Arthur Nuzman
Presidente do COB
Presidente do Rio 2016
Judô brasileiro é prata no Campeonato Mundial por equipes
A seleção brasileira masculina de judô ficou com a medalha de prata no Campeonato Mundial por Equipes, disputado neste domingo (31) na Turquia. O Brasil foi superado na final pelo Japão por 4 lutas a 1. Com o resultado, o Brasil garante sua quarta medalha em mundiais por equipes. Foram três pratas (1998, 2007 e 2010) e um bronze (2008).
Na primeira rodada, o Brasil venceu a França por 4 lutas a 1. Na semifinal, a seleção derrotou a Turquia com autoridade por 5 a 0 (conseguidos com cinco ippons). A decisão contra os japoneses teve início com a luta entre Alex Pombo (66kg) e Musashi Ogura. O japonês venceu a disputa por ippon. Na sequência, Bruno Mendonça (73kg) também perdeu por ippon para Masahiko Otsuka. Na terceira luta, Flávio Canto (-81kg) conseguiu ippon em nove segundos sobre Masahiro Takamatsu e manteve o Brasil com chances. Porém, Rodrigo Luna (90kg) acabou derrotado por ippon por Masahi Nishiyama. Na luta entre Rafael Silva (+90kg) e Kazuhiko Takahashi, o atleta do Japão levou a melhor na decisão dos árbitros e ficou com a vitória.
A seleção feminina competiu neste sábado (30) e terminou a disputa na quinta colocação.
Resultado do Mundial por Equipes
Masculino
1º - Japão
2º - Brasil
3º - Rússia e Coréia do Sul
Feminino
1º - Holanda
2º - Alemanha
3º - Japão e Turquia
Na primeira rodada, o Brasil venceu a França por 4 lutas a 1. Na semifinal, a seleção derrotou a Turquia com autoridade por 5 a 0 (conseguidos com cinco ippons). A decisão contra os japoneses teve início com a luta entre Alex Pombo (66kg) e Musashi Ogura. O japonês venceu a disputa por ippon. Na sequência, Bruno Mendonça (73kg) também perdeu por ippon para Masahiko Otsuka. Na terceira luta, Flávio Canto (-81kg) conseguiu ippon em nove segundos sobre Masahiro Takamatsu e manteve o Brasil com chances. Porém, Rodrigo Luna (90kg) acabou derrotado por ippon por Masahi Nishiyama. Na luta entre Rafael Silva (+90kg) e Kazuhiko Takahashi, o atleta do Japão levou a melhor na decisão dos árbitros e ficou com a vitória.
A seleção feminina competiu neste sábado (30) e terminou a disputa na quinta colocação.
Resultado do Mundial por Equipes
Masculino
1º - Japão
2º - Brasil
3º - Rússia e Coréia do Sul
Feminino
1º - Holanda
2º - Alemanha
3º - Japão e Turquia
Chefes de Delegação participam de Congresso Técnico das Olimpíadas Universitárias JUBs 2010
Falta pouco para o início do maior evento esportivo universitário do país, que reunirá cerca de 3 mil atletas em Blumenau (SC) de 5 a 14 de novembro. Nesta terça-feira, dia 2, os chefes de delegação dos 26 estados participaram do Congresso Técnico Geral, no hotel Viena Park, onde foram definidos os últimos detalhes antes da Cerimônia de Abertura e das primeiras competições. Durante 11 dias, os melhores atletas universitários do pais, com idade entre 18 e 28 anos disputarão medalhas em oito modalidades (atletismo, basquete, futsal, handebol, judô, natação, vôlei e xadrez). Participarão do evento 192 instituições de ensino dos 26 estados do Brasil, além do Distrito Federal.
Estiveram presentes ao encontro o diretor geral das Olimpíadas Universitárias JUBs 2010, Edgar Huber, Alessandro Gomes, diretor geral adjunto da competição, Sergio Galdino, presidente da Fundação Municipal de Desporto de Blumenau (FMD), Alan Ferreira, coordenador do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, e Manoel Rebelo, presidente da Federação Catarinense de Desporto Universitário (FCDU), que deram as boas-vindas aos chefes de delegação. "Em nome do Comitê Organizador e da equipe de voluntários dou as boas-vindas a todos e, em especial, às FUE's, onde ocorre grande parte do esforço dos dirigentes para mobilizarem equipes e atletas a participarem deste evento. Agradeço também a FCDU por nos receber em Blumenau", declarou Edgar Hubner, que fez questão de enaltecer o trabalho dos cerca de 200 voluntários, que estarão presentes do evento.
A Confederação Brasileira de Desportos Universitários (CBDU) é a responsável pela parte técnica do evento. No Congresso Técnico foram definidos as tabelas de competição e os primeiros confrontos esportivos. "Agradecemos o trabalho e a presença de federações dos 27 estados do país e de seus presidentes por estarem conosco em mais este evento nos ajudando a cumprir o calendário de competições da temporada", destacou Alessandro Gomes, gerente de eventos da CBDU
As Olimpíadas Universitárias JUBs 2010 são organizadas e realizadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), co-realizadas pelo Ministério do Esporte e pelas Organizações Globo, com a direção técnica da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e o apoio do Governo do Estado Santa Catarina, da Prefeitura de Blumenau e da Federação Catarinense de Desporto Universitário (FCDU).
Estiveram presentes ao encontro o diretor geral das Olimpíadas Universitárias JUBs 2010, Edgar Huber, Alessandro Gomes, diretor geral adjunto da competição, Sergio Galdino, presidente da Fundação Municipal de Desporto de Blumenau (FMD), Alan Ferreira, coordenador do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, e Manoel Rebelo, presidente da Federação Catarinense de Desporto Universitário (FCDU), que deram as boas-vindas aos chefes de delegação. "Em nome do Comitê Organizador e da equipe de voluntários dou as boas-vindas a todos e, em especial, às FUE's, onde ocorre grande parte do esforço dos dirigentes para mobilizarem equipes e atletas a participarem deste evento. Agradeço também a FCDU por nos receber em Blumenau", declarou Edgar Hubner, que fez questão de enaltecer o trabalho dos cerca de 200 voluntários, que estarão presentes do evento.
A Confederação Brasileira de Desportos Universitários (CBDU) é a responsável pela parte técnica do evento. No Congresso Técnico foram definidos as tabelas de competição e os primeiros confrontos esportivos. "Agradecemos o trabalho e a presença de federações dos 27 estados do país e de seus presidentes por estarem conosco em mais este evento nos ajudando a cumprir o calendário de competições da temporada", destacou Alessandro Gomes, gerente de eventos da CBDU
As Olimpíadas Universitárias JUBs 2010 são organizadas e realizadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), co-realizadas pelo Ministério do Esporte e pelas Organizações Globo, com a direção técnica da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e o apoio do Governo do Estado Santa Catarina, da Prefeitura de Blumenau e da Federação Catarinense de Desporto Universitário (FCDU).
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